06/12/2018 - FSB inteligência     Twitter  Facebook  Google+  LinkedIn

Nem tanto ao Congresso nem tanto ao Planalto. A primeira rodada de conversas do presidente eleito Jair Bolsonaro com as bancadas chega ao fim sem que nenhum dos lados tenha prevalecido.

Ao longo da semana, pouca gente apostava em um empate técnico. Mas com a montagem do governo ainda em curso e o debate sobre a reforma da Previdência produzindo os primeiros ruídos o resultado acabou sendo bom para todos.

Os sinais emitidos em público sugerem que Bolsonaro e o Legislativo vão entrar 2019 abertos a algum tipo de alinhamento.

Se isso vai evoluir para o que chamam de ‘sintonia plena’, não é possível prever agora.

Nesse contato inicial, o que ficou claro é a disposição generalizada de redefinir os limites de influência que um lado sempre teve sobre o outro.

Para Bolsonaro, isso será determinante, principalmente no início. O futuro de curto prazo da agenda econômica depende de um melhor equilíbrio das relações entre o Parlamento e o Executivo.

Do lado dos partidos, é a oportunidade de redimensionar discursos e ações. E se possível, abrir novos canais de atuação sem ter de lidar com tantos passivos éticos e de imagem.








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